Fiquei empolgada com minha nova aquisição. Então circulei por outras promoções do site. Mais cliques: uma depilação com cera indiana e tratamento facial no estúdio mais badalado; um jantar para dois com preço reduzido à metade; e uma aventura de escalada em pedra que nem sei porque comprei, uma vez que, não subo, nem na escada de casa, parar trocar a lâmpada da sala.
Já me disseram que esses sites de compras coletivas nos incentivam a gastar por impulso, mas é verdade que por meio deles já consegui comprar vários itens para meus finais de semana, como bilhetes de shows, de teatro, jantares e requintados cafés, com valores bem apropriados ao meu bolso.
No dia a dia, o apelo para o consumo pode resultar em pequenas prestações que se transformam em dívidas e depois empréstimos, que geram mais dívidas. Moto contínuo! As perguntas que precisam ser feitas: será que posso assumir aquela prestação? Meu orçamento aguenta mais essa despesa? Será que preciso mesmo ter este ou aquele objeto?
As ofertas são tentadoras, mas que tal transformar a matemática em nossa aliada e arranjar um lugarzinho para ela no nosso bolso? Diante de tantas informações, é preciso aprender a consumir e a poupar de forma consciente e responsável. Para isso, só há um caminho: é imprescindível compreender os números, saber manipulá-los, avaliar os resultados para termos a liberdade de decidir.
Numa sala de aula, o professor pode trabalhar essas informações e estudar as porcentagens que ajudam a responder as perguntas acima.
Assista ao vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=yiwPUhrKXv4&feature=player_embedded
e analise os depoimentos dos entrevistados.Como a Matemática poderia ajudar na prática de um consumo consciente?
Visite também o site da AKATU (www.akatu.org.br).
Visite também o site da AKATU (www.akatu.org.br).